Alimentação infantil
Recusar novidades pode fazer parte do desenvolvimento, mas repertório muito restrito, sofrimento nas refeições ou impacto no crescimento merecem atenção. Seletividade não é simplesmente “frescura”.
O que é?
É um padrão de aceitação limitada por sabor, textura, aparência, cheiro ou marca. É importante investigar fatores nutricionais, sensoriais, motores, gastrointestinais e comportamentais antes de definir a conduta.
O que observar
Sinais que merecem atenção
- Repertório cada vez menor ou exclusão de grupos alimentares.
- Choro, fuga, ânsia ou ansiedade intensa diante de alimentos.
- Aceitação apenas de marcas, apresentações ou texturas específicas.
- Dificuldade para mastigar, engolir ou avançar consistências.
- Impacto no crescimento, nutrição ou convivência familiar.
Quando devo me preocupar?
Procure avaliação quando a alimentação comprometer nutrição, crescimento, segurança ou bem-estar. Dor, vômitos, perda de peso, engasgos ou sinais respiratórios devem ser discutidos prontamente com o pediatra.
Entrar em contatoAvaliação e acompanhamento
Como funciona o cuidado?
Quem avalia?
A avaliação costuma começar pelo pediatra e pode envolver nutricionista, fonoaudióloga, terapeuta ocupacional e outros profissionais, conforme a necessidade.
Como funciona a avaliação?
A nutrição analisa crescimento, consumo e nutrientes. A fonoaudiologia observa habilidades orais e deglutição quando indicado. História e ambiente das refeições também importam.
Como é o tratamento?
A abordagem deve ser gradual, respeitosa e sem coerção. Pode incluir rotina, exposição progressiva, adequação nutricional e trabalho de habilidades orais.
Dúvidas frequentes
